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Resposta da Direção da ANIDEP à reportagem da TSF de dia 2 de agosto

Resposta da Direção da ANIDEP à reportagem da TSF “Os detetives privados devem ser legalizados?”

Reacção da Direcção da ANIDEP à reportagem publicada pela TSF na sua plataforma online, datada de dia 2 de agosto, com o título “Os detetives privados devem ser legalizados? Elementar meu caro Watson”, onde a mesma publicação se refere a esta Associação de forma caluniosa e com desrespeito não só pela ANIDEP em si mas para com todos os seus membros associados. Como tal, a Direcção da ANIDEP respondeu de forma que julgou mais apropriada, a qual passamos a divulgar aos sócios em particular e ao público em geral:

Em nome  da ANIDEP – Associação Nacional dos Investigadores e Detectives Privados Profissionais,  enquanto presidente da Direcção e em resposta à reportagem online da TSF, datada de dia 2 de agosto de 2019, intitulada “Os detetives privados devem ser legalizados? Elementar meu caro Watson”, pela jornalista Catarina Maldonado Vasconcelos, cabe esclarecer o seguinte:

Todos os membros da Direcção da ANIDEP, trabalham em regime de voluntariado, o que significa que nem sempre existe a disponibilidade para o atendimento telefónico, em virtude da sua vida pessoal ou profissional.

Quando a senhora jornalista afirma “A organização, que se manteve sempre incontactável (…)” infelizmente faltou à verdade. Apesar de existir alguma dificuldade no contacto por telefone, o mesmo não se pode dizer no que respeita ao contacto por e-mail. Se houvesse um real interesse em contactar a Direcção desta Associação, a senhora jornalista poderia e bem, ter feito o contacto por essa via (e-mail). Da mesma forma, já que não o conseguiu pela forma directa, poderia, caso tivesse interesse, contactar algum dos seus membros da direcção através do directório profissional, o mesmo onde a senhora jornalista foi contar os membros activos existentes. Com certeza obteria um esclarecimento para a sua reportagem, vinda de pessoas que levam a actividade com seriedade e isenção, sem querer protagonismo ou holofotes.

Para que fique claro, a ANIDEP é a Associação com maior impacto e credibilidade em Portugal, assim como no estrangeiro. Como a senhora jornalista poderia também ter pesquisado, um dos nossos membros, é nada mais nada menos que Laura Giuliani, sócia 061, a actual presidente da mais antiga e prestigiada Associação mundial, WAD – World Association of Detectives, sediada nos Estados Unidos da América e com sócios em todo o mundo.

É importante também salientar que o problema não está nos profissionais sérios, o verdadeiro problema está na regulamentação que os órgãos competentes teimam em não querer aprovar.

Para que fique claro, a actividade de investigação privada que corriqueiramente apelida os intervenientes de detectives privados, apesar de não estar regulamentada, é prevista e reconhecida através da CPP – Classificação Portuguesa das Profissões (código 3411.0 – Técnico de nível intermédio dos serviços jurídicos e relacionados – Inclui, nomeadamente, oficial de justiça e de registo, escriturário de apoio jurídico, escrivão de serviços jurídicos e detective particular), que poderá ser comprovado na publicação CPP2010, página 235 e também pela AT – Autoridade Tributária, através do código CAE 80300, actividades de investigação, onde inclui o detective particular. Portanto não é correto afirmar que quem realiza esta actividade, esteja fora da Lei.

Para concluir, é importante referir que a ANIDEP e a sua Direcção, em conjunto e parceria com a WAD, irão em breve pressionar as instâncias europeias, com o objectivo de forçar as autoridades portuguesas a de uma vez por todas, olharem e respeitarem os profissionais que actuam na área da investigação privada.

Em momento algum existe uma sobreposição por parte dos membros da ANIDEP para com o trabalho policial. Quanto aos advogados, são os próprios a solicitarem muitas vezes a colaboração de detectives particulares na recolha de informação relevante para casos que defendem.

A Direcção da ANIDEP lamenta que não tenha sido alvo de contacto real por parte da redacção da TSF para esta reportagem, que, com certeza iria enriquecer e trazer a público a informação mais útil e esclarecedora que o público em geral merece.

Paulo Perdigão
Presidente da Direcção
ANIDEP

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